quarta-feira, 25 de maio de 2011

Alguns Animais Em Via De Extinçao


lince Ibérico

Nome popular: Lince-Ibérico
Nome Científico: Lynx pardinus
Distribuição geográfica: Portugal e Espanha.
Habitat natural: Tem como habitats preferenciais os bosques e matagais mediterrânicos onde procura abrigo.
Hábitos alimentares: Alimenta-se quase exclusivamente de coelhos-bravos, no entanto, a sua dieta pode ser complementada com roedores, aves e crias de cervídeos.
Tamanho: Comprimento: 80 cm até 110 cm; mais cauda de 11 a 13 cm.
Peso: 10 kg até 13 kg.
Período de gestação: Varia entre 63 e 74 dias.
Número de crias: 1 a 4
Tempo médio de vida: Até 13 anos.
Estado de conservação da espécie: O lince-ibérico é actualmente considerado o felino mais ameaçado do mundo e encontra-se classificado como espécie em perigo de extinção pelos Livros Vermelhos de Portugal, Espanha e UICN. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens, sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária. As principais ameaças à sua sobrevivência são a acentuada regressão do coelho-bravo e a destruição dos habitats mediterrânicos.

panda gigante

Nome popular: Panda Gigante
Nome Científico: Ailuropoda melanoleuca
Distribuição geográfica: Sul da China e Tibete.
Habitat natural: Florestas de bambu da região montanhosa da China, em altitudes de 1500 até 3000 metros.
Hábitos alimentares: Alimentam-se quase exclusivamente de folhas tenras e brotos de bambu.
Tamanho: até 1,50 m.
Peso: até 160 kg.
Período de gestação: 7 a 9 meses.
Número de crias: 2
Tempo médio de vida:
A média de vida dos Pandas é de 10 a 15 anos no seu habitat selvagem e até 30 anos em cativeiro.
Estado de conservação da espécie: A devastação das florestas asiáticas, a lenta reprodução do bambu (base alimentar do Panda), o excesso de burocracia, ineficiência e a caça voraz colocaram o panda sob sério risco de extinção. Dificultando ainda mais a preservação da espécie, a sua capacidade de procriar é mínima.

rinoceronte de Java

Nome popular: Rinoceronte de Java
Nome Científico: Rhinoceros sondaicus
Distribuição geográfica: Sudoeste asiático: Indonésia e Vietname.
Habitat natural: Vive em florestas tropicais densas. Estes animais preferem zonas com muita água e lama.
Hábitos alimentares: Alimentam-se de bagas, sementes, folhas e frutas.
Tamanho: Altura: 1,50 m – 1,70 m. Comprimento: 2 m – 4 m.
Peso: de 900 kg até 1400 kg.
Período de gestação: 16 meses
Número de crias: 1
Tempo médio de vida: 35 anos.
Estado de conservação da espécie: Todas as espécies de rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só tem uma cria de dois em dois anos – e, portanto, muito vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente porque praticamente todas as suas partes são usadas na medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para cabos de adagas, ou para preparar uma poção que supostamente permite detectar venenos.

tucano

Nome popular: Tucano
Nome Científico: Ramphastos toco
Distribuição geográfica: Região Norte e Central da América do Sul.
Habitat natural: Florestas tropicais.
Hábitos alimentares: É uma espécie omnívora, alimentando-se de animais e de vegetais. Come principalmente frutas, insectos, ovos de outras aves e as crias destas. É com o bico, também, que o Tucano captura pequenos lagartos e lagartixas para complementar a sua alimentação.
Tamanho: Mede entre 55 e 61 cm de comprimento.
Peso: De 530 g a 550 g
Período de gestação: Os ovos eclodem após 18 dias de incubação.
Número de crias: 2 a 4 ovos.
Tempo médio de vida: 15 anos.
Estado de conservação da espécie: Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.

fonte: animais em perigo


Mamifero Do Cerrado

a ocupar um quarto da área do país, cobrindo dez estados, mas hoje resta menos de 20% dessa totalidade.

A presença das três bacias hidrográficas, que são as maiores da América do Sul, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata, favorecem a biodiversidade da fauna e flora.

A partir desses dados, vamos restringir o foco de observação e análise na zoogeografia do Cerrado, ou seja, o potencial faunístico desse domínio fantástico.

A seguir veremos uma série de animais mamíferos que transitam nos variados subsistemas do Cerrado:


Anta (Tapirus terrestris)

Peso adulto entre 140 a 250 kg, locomove em todos os subsistemas do Cerrado, embora encontra-se com maior frequência em subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e matas ciliares. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), esta espécie encontra-se vulnerável (VU,Vulnerable).

Ariranha (Pteronura brasiliensis)

Peso adulto de 20 kg, transita em mata ciliar. Segundo a IUCN, encontra-se em perigo (EM,Endangered).

Bugio-preto ou guariba (Alouatta caraya)

Peso adulto: 8 a 10 kg, apresenta-se no subsistema de mata ciliar. Segundo a IUCN, está em risco mínimo de extinção (LC, Least Concern).

Cachorro-do-mato (Cerdocyon thous)

Peso adulto: 8 kg, transita no subsistema de campo e cerrado. Segundo a IUCN, também está em risco mínimo de extinção.

Cangambám ou Jaratataca (Conepatus semistriatus)

Peso adulto: 1 kg, transita nos subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.

Capivara (Hydrochoerus hydrochaeris)

Peso adulto: 60 a 70 kg, apresenta-se nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e em matas ciliares. Risco mínimo de extinção.

Cervo (Blastocerus dichotomus)

Peso adulto: 100 kg, apresenta-se com maior frequência nos subsistemas de campo, veredas e ambientes alagadiços, mata e mata ciliar. Segundo a IUCN, vulnerável (VU, Vulnerable).

Cuíca (Philander opossum)

Peso adulto: 4 kg, transita em todos os subsistemas. Risco mínimo de extinção.

Gambá (Didelphis albiventris)

Peso adulto: 1 kg, transita nos subsistema cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.


Gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Peso adulto: 6 kg, transita na mata. Segundo a IUCN, é ume espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).

Gato-mourisco (Puma yagouaroundi)

Peso adulto: 10 kg, transita nas veredas e em ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.

Gato-palheiro (Leopardus colocolo)

Peso adulto: 3 kg, transita no subsistema de cerrado. Espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).

Irara (Eira barbara)

Peso adulto: 8 kg, transita nos subsistemas de mata, mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Jaguatirica (Leopardus pardalis)

Peso adulto: 15 kg, apresenta-se no cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus)

Peso adulto: 20 kg, transita nos subsistema de campo, cerrado e mata ciliar. Espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).

Lontra (Lontra longicaudis)

Peso adulto: 10 kg, transita na mata ciliar. Dados insuficientes relativos ao seu status de conservação (DD, Data Deficient).

Mão-pelada (Procyon cancrivorus)

Peso adulto: 15 kg, transita no subsistema de mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Onça pintada (Panthera onca)

Peso adulto: 80 a 100 kg, transita nos subsistemas de cerradão, mata e mata ciliar. Espécie quase ameaçada.

Ouriço-cacheiro (Coendou prehensilis)

Peso adulto: 6 a 8 kg, transita no cerradão, mata, mata ciliar, veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.

Paca (Cuniculus paca)

Peso adulto: 6 a 8 kg, transita no subsistema de mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Porco-do-mato, ou queixada (Tayassu pecari)

Peso adulto: 35 a 40 kg, transita pelos subsistemas do cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Espécie quase ameaçada.

Quati (Nasua nasua)

Peso adulto: 5 kg, transita nos subsistemas de cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.

Raposa-do-campo (Pseudalopex vetulus)

Peso adulto: 8 kg, transita no subsistema de campo. Risco mínimo de extinção.

Suçuarana (Puma concolor)

Peso adulto: 60 kg, apresenta-se nos subsistemas de campo, cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Tamanduá bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

Peso adulto: 25 a 30 kg, transita em subsistema de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.

Tamanduá mirim (Tamandua tetradactyla)

Peso adulto: 5 a 8 kg, transita em todos os subsistemas, mas apresenta-se com maior frequência no campo. Risco mínimo de extinção.

Tatu canastra (Priodontes maximus)

Peso adulto: 30 kg, é encontrado nos subsistemas de campo, cerrado, cerradão e mata ciliar. Situação da espécie: vulnerável.

Tatu peba (Euphractus sexcinctus)

Peso adulto: 3 a 4 kg, transita em campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.

Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus)

Peso adulto: 2 a 3 kg, transita nos subsistemas de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.

Tatu-galinha (Dasypus novemcinctus)

Peso adulto: 6 a 8 kg, transita no subsistema de campo, cerrado, cerradão e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Tatu-rabo-mole (Cabassous unicinctus)

Peso adulto: 3 kg, apresenta-se em subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.

Veado catingueiro (Mazama gouazoubira)

Peso adulto: 20 kg, transita no subsistema do cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Veado campeiro (Ozotoceros bezoarticus)

Peso adulto: 40 a 60 kg, transita com maior frequência no subsistema de campo e cerrado. Espécie quase ameaçada de extinção.

Veado mateiro (Mazama americana)

Peso adulto: 25 a 30, transita no subsistema de cerradão, mata e mata ciliar. A IUCN não possui dados suficientes para avaliar seu status de conservação - (DD, Data Deficient).